quarta-feira, 29 de junho de 2011

Assaltos, baleias e professores de filosofia.


E de vez em quando alguém me aparece com uma dessas: “Ontem sonhei que estava dirigindo, daí vinham uns assaltantes e roubavam meu carro, aí eu começava a chorar e ligava pra polícia. Ó que sonho mais maluco!”

Não, isso não foi um sonho maluco.

Não que eu me ache Freud nem nada, mas eu devo ter ao menos um pouquinho de credibilidade para falar de sonhos e maluquice, porque, modéstia à parte, meus sonhos costumam ser consideravelmente excêntricos. Salvador Dalí curtiria.

Aqui vão alguns didáticos exemplos próprios:

            - Sonhei que namorava uma baleia e saía correndo (?) com ela pelo asfalto enquanto a cabeça dela derretia.

            - Sonhei que meu professor de filosofia estava deitado com o Lázaro Ramos numa rede, discutindo sobre qual seria a hora mais agradável do dia.

            - Sonhei que trabalhava procurando informações sobre desenhos animados antigos numa casa mal-assombrada.

            - Sonhei que ia visitar um poeta que só escrevia poemas na madeira e que ele, do nada, tentava quebrar meu cotovelo.

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